sábado, 21 de maio de 2011

Gordura abdominal!! Essa é perigosa!!

Motivos para reduzir a gordura abdominal



A gordura abdominal é um dos principais riscos à saúde. Por se encontrar próxima do fígado, do intestino, dos rins e do pâncreas, é conhecida como gordura visceral e pode ser responsável pelo aparecimento de doenças como diabetes, doenças cardiovasculares, hipertensão arterial, entre outras. A gordura armazenada na região abdominal libera ácidos graxos que impedem a ação do hormônio insulina, que é responsável por levar o açúcar para dentro da célula. Se a insulina não consegue desempenhar sua função corretamente, o açúcar sobra no sangue, provocando a diabetes. Indivíduos que possuem maior concentração de gordura na região abdominal tendem a ter maior quantidade de gordura na circulação; esta gordura pode facilmente se alojar nos vasos sanguíneos, oxidando, e acarretando um processo inflamatório.

fev09_1Um dos principais motivos que aumentam os níveis de gordura na região abdominal, além de fatores genéticos, é a alimentação rica em carboidratos simples, ou seja, rica em açúcares

Isto porque a ingestão do açúcar estimula a produção da insulina para poder captar a glicose proveniente da mesma para dentro das células e não ficar circulante no sangue. Este trabalho se torna exaustivo quando o consumo de açúcar simples for constante e em grande quantidade, causando o que se chama de resistência periférica à insulina, ou seja, o pâncreas (responsável por liberar a insulina) chega à um desgaste tão grande que começa a trabalhar de forma muito lenta, não conseguindo mais captar a glicose da corrente sanguínea e deixando-a livre até que, caso o indivíduo ainda seja sedentário não utilizando esta energia para a atividade física, se instale na forma de gordura no tecido adiposo.

Assim, como evitar o consumo do açúcar no dia-a-dia?

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Uma substituição que faz toda a diferença é o tipo do carboidrato ingerido. A melhor opção é a versão integral, pois este por conter mais fibras faz com que a glicose ingerida seja metabolizada de forma mais lenta e não causando grande impacto na corrente sanguínea causando o descontrole no funcionamento do órgão responsável por regular as taxas de glicose no sangue.
 

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